quinta-feira, 5 de agosto de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
O que seria o Forró Pé-de-Serra?
A quantidade de gêneros musicais existentes no Brasil traduz a grande diversidade cultural de que nosso país faz parte. Isso se dá pela criatividade que o brasileiro tem não só de improvisar e fazer surgir coisas novas, como também, pelo famoso “jeitinho brasileiro” em que algumas pessoas que têm grande capacidade e inspiração de criar novos gêneros, mas não se dão conta de tal virtude e se aproveitam dos já criados para se promoverem.
Com isso, tomam espaço de quem é de direito tentando confundir o público para que este lhes prestigiem como se fossem outros. Por isso a importância de diferenciarmos um gênero do outro dando nomes aos bois. Então nesse sentido, o que seria o chamado “forró pé-de-serra”?
Inicialmente convém observarmos que o grande mestre nordestino Luiz Gonzaga, é o criador do forró. No qual dentro desse gênero incluem-se vários ritmos, dentre eles: o baião (onde tudo começou), o xote, o xaxado (inspirado no cangaço de Lampião), o próprio ritmo forró, marchinhas matutas (são as quadrilhas). Ou seja, ritmos que têm base própria de condução musical. Invenções do grande “Lua” que, através da sanfona, juntou a zabumba e o triângulo, conquistou o Brasil e ganhou o mundo. E o “pé-de-serra”, onde entra nisso?
No tempo de seu Januário (pai de Gonzaga) faziam-se muitas festas na região do Araripe, que é uma região serrana, montanhosa. E os locais onde se faziam tais eventos eram, justamente, no início das subidas dessas serras, eram os chamados “pés-de-serras”. Daí a expressão “forró no pé da serra”, que hoje chamam “forró pé-de-serra”. Mas, na verdade, era o gênero forró que era tocado em um pé-de-serra.
Por volta de 1968, Gonzaga grava a música “Baião Polinário”, na qual já previa a tentativa de aproveitamento que alguns insistem em fazer. Na música ele diz:“...
Colagem de som e verso
Modismo ao reverso
Sim, sinhô
Pode agradar, não discuto
Se tem balanço eu escuto
Mas foge ao meu inventário
Esse baião polinário
Pilantra, chibungo e sem cor...”
Na década de 1980 começam a surgir gêneros, que através das chamadas “bandas de forró”, vêm com uma base própria de condução musical, na qual não se identifica com o gênero forró. E isso vem se modificando a cada dia, chegando nos dias de hoje sem nada a ver com o famoso gênero nordestino. Começam, então a chamar tal ritmo de forró, onde deveriam criar um nome próprio para tal criação. Mas como o forró tinha seu espaço garantido como gênero exclusivamente brasileiro, os criadores do outro, queriam esse espaço, coisa desnecessária, já que o Brasil é riquíssimo e tem espaço para tudo. Com a invasão de espaço, inicia-se uma tentativa de diferenciação, onde taxam o forró de “forró pé-de-serra” e o outro, de forró. Para confundir ainda mais o público, intitulam-se “forró estilizado” por introduzirem instrumentos eletrônicos como guitarra, baixo etc. Ora, o próprio Gonzaga utilizou desses instrumentos, um exemplo disso é a música “O fole roncou”, mas na sua base de condução musical própria.
Dessa forma, concluímos que o forró é único, criado por um gênio que merece todo nosso respeito como cidadãos e, principalmente, no sentido musical. Então, é nesse sentido que devemos “dar nomes aos bois”, identificando cada um no seu devido lugar. O forró é o forró e os criadores dos outros gêneros têm de se valorizarem, pois eles têm o dom de inventar mais um gênero musical para a nossa cultura, e dar nomes às suas criações. Só assim, conquistarão seu próprio espaço e até mesmo realizando eventos nos pés-de-serras do Brasil.
Jairo Melo
Vicência-PE
trecho extraído do site: www.forroots.com.br
Com isso, tomam espaço de quem é de direito tentando confundir o público para que este lhes prestigiem como se fossem outros. Por isso a importância de diferenciarmos um gênero do outro dando nomes aos bois. Então nesse sentido, o que seria o chamado “forró pé-de-serra”?
Inicialmente convém observarmos que o grande mestre nordestino Luiz Gonzaga, é o criador do forró. No qual dentro desse gênero incluem-se vários ritmos, dentre eles: o baião (onde tudo começou), o xote, o xaxado (inspirado no cangaço de Lampião), o próprio ritmo forró, marchinhas matutas (são as quadrilhas). Ou seja, ritmos que têm base própria de condução musical. Invenções do grande “Lua” que, através da sanfona, juntou a zabumba e o triângulo, conquistou o Brasil e ganhou o mundo. E o “pé-de-serra”, onde entra nisso?
No tempo de seu Januário (pai de Gonzaga) faziam-se muitas festas na região do Araripe, que é uma região serrana, montanhosa. E os locais onde se faziam tais eventos eram, justamente, no início das subidas dessas serras, eram os chamados “pés-de-serras”. Daí a expressão “forró no pé da serra”, que hoje chamam “forró pé-de-serra”. Mas, na verdade, era o gênero forró que era tocado em um pé-de-serra.
Por volta de 1968, Gonzaga grava a música “Baião Polinário”, na qual já previa a tentativa de aproveitamento que alguns insistem em fazer. Na música ele diz:“...
Colagem de som e verso
Modismo ao reverso
Sim, sinhô
Pode agradar, não discuto
Se tem balanço eu escuto
Mas foge ao meu inventário
Esse baião polinário
Pilantra, chibungo e sem cor...”
Na década de 1980 começam a surgir gêneros, que através das chamadas “bandas de forró”, vêm com uma base própria de condução musical, na qual não se identifica com o gênero forró. E isso vem se modificando a cada dia, chegando nos dias de hoje sem nada a ver com o famoso gênero nordestino. Começam, então a chamar tal ritmo de forró, onde deveriam criar um nome próprio para tal criação. Mas como o forró tinha seu espaço garantido como gênero exclusivamente brasileiro, os criadores do outro, queriam esse espaço, coisa desnecessária, já que o Brasil é riquíssimo e tem espaço para tudo. Com a invasão de espaço, inicia-se uma tentativa de diferenciação, onde taxam o forró de “forró pé-de-serra” e o outro, de forró. Para confundir ainda mais o público, intitulam-se “forró estilizado” por introduzirem instrumentos eletrônicos como guitarra, baixo etc. Ora, o próprio Gonzaga utilizou desses instrumentos, um exemplo disso é a música “O fole roncou”, mas na sua base de condução musical própria.
Dessa forma, concluímos que o forró é único, criado por um gênio que merece todo nosso respeito como cidadãos e, principalmente, no sentido musical. Então, é nesse sentido que devemos “dar nomes aos bois”, identificando cada um no seu devido lugar. O forró é o forró e os criadores dos outros gêneros têm de se valorizarem, pois eles têm o dom de inventar mais um gênero musical para a nossa cultura, e dar nomes às suas criações. Só assim, conquistarão seu próprio espaço e até mesmo realizando eventos nos pés-de-serras do Brasil.
Jairo Melo
Vicência-PE
trecho extraído do site: www.forroots.com.br
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Programação Sesc Piracicaba - 08.01.2010
música / shows
SEXTAS DANÇANTES
Festejar com alegria o novo ano, dançando ao som do forró.
Banda Karolina
A banda de Hortolândia traz ao palco poesia, dança, alegria e animação com músicas de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, entre outros. Na Lanchonete
Grátis
Dia(s) 08/01 Sextas, às 20h.
SESC Piracicaba
> consulte aqui a relação completa das atividades oferecidas pelo SESCSP
http://www.sescsp.org.br/sesc/home/noticias.cfm?Programacao_ID=165591
SEXTAS DANÇANTES
Festejar com alegria o novo ano, dançando ao som do forró.
Banda Karolina
A banda de Hortolândia traz ao palco poesia, dança, alegria e animação com músicas de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, entre outros. Na Lanchonete
Grátis
Dia(s) 08/01 Sextas, às 20h.
SESC Piracicaba
> consulte aqui a relação completa das atividades oferecidas pelo SESCSP
http://www.sescsp.org.br/sesc/home/noticias.cfm?Programacao_ID=165591
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Banda Karolina - Sesc Piracicaba em 2010
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Banda Karolina no Música que Rola
A música que rola é um encontro de compositores e musicos!!
Aqui podemos ver a Banda Karolina e os convidados Paula Cavalcanti e Lourenço Netto.
Banda Karolina
Lala Gonzaga - Sanfona
Edinho Cordel - Voz
"Mil" - Triângulo
Fábio Ramos - Zabumba
convidados:
Paula Cavalcanti - Voz
Lourenço Netto - Contra Baixo
terça-feira, 15 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Banda Karolina com a participação de Paula Cavalcanti e Adelmo (Trio Virgulino)
No "Meu Bhar", em Nova Odessa - SP, Banda Karolina com participação de Paula Cavalcanti e Adelmo (Trio Virgulino), dia 09/08/2009. Registrado por Lourenço Netto.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Risos ao longo
" Sorridente sol do dia
Brilhante astes de luz
Faz-se as horas
Minha vida conduz
Cordelisticamente eu vejo o sol
Fazemos amigos na vida
Eu pesco peixe com anzol
marreco, com espingarda cumprida
Com "bulacha" de Sal
Batata, Inhame e Carne Seca
Cuzida"
Edinho Cordel
Publicado: Misturalismo Cantado VIVER É UMA ARTE
Hortolândia - SP
Brilhante astes de luz
Faz-se as horas
Minha vida conduz
Cordelisticamente eu vejo o sol
Fazemos amigos na vida
Eu pesco peixe com anzol
marreco, com espingarda cumprida
Com "bulacha" de Sal
Batata, Inhame e Carne Seca
Cuzida"
Edinho Cordel
Publicado: Misturalismo Cantado VIVER É UMA ARTE
Hortolândia - SP
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